A nossa expressão e a expressão de nós são duas coisas distintas.
A nossa expressão tem um atributo intelectual e são aqueles comportamentos, maneirismos, a nossa “forma de ser” que é também o conjunto de tudo o que aprendemos (e apreendemos) ao crescer… a nossa expressão expressa-se, inclusivé, na caligrafia com que escrevemos.
Pegando neste último exemplo, eu tive a caligrafia que aprendi na escola primária até aos meus 12 anos e gostava muito daquelas voltas e contravoltas das letras “à antiga”…mas depois, comecei a reparar que já ninguém utilizava aquela caligrafia, à minha volta, as pessoas estavam a mudar, a evoluir, algumas até a inventar novas formas de escrever as letras que tinham aprendido…e eu senti-me compelida a fazer o mesmo…quer dizer, não ia ficar retida no passado, certo? No entanto, por mais que me esforçasse, não só não me decidia em que caligrafia me basear como não encontrava nenhuma forma de mudar a caligrafia, que considerava tão bonita, para uma que estivesse à sua altura. Assim, fiz o que qualquer pessoa em crescimento a aprender o que é ser adulto faria perante a sua falta de criatividade e desenvoltura: plágio. Mas, tal como qualquer pessoa em crescimento a aprender como os adultos fazem, queria encontrar a caligrafia perfeita para plagiar, eis as características que enumerei para o propósito: tinha que ser moderna; tinha que não só ser aceite mas também elogiada pelos demais; tinha que ser relativamente simples para eu não ter muito trabalho a aprendê-la; tinha que ter o potencial para perdurar no tempo, pois eu não ia ter 12 anos para sempre e tinha que ter uma aura profissional, prática, mas “on edge”. Felizmente, todas estas características estavam reunidas na caligrafia da minha colega de carteira o que me resolveu o problema seguinte: que o plagiado não se importasse de ser plagiado e, como, na altura, essa minha colega era a “tal melhor amiga”, até ficou feliz por eu a imitar.
E assim, a minha caligrafia mudou para sempre…mas nunca me esqueci da primeira caligrafia que gostava tanto e anos mais tarde até me arrependi da escolha que fiz, mas como achei que era tarde, a minha caligrafia de hoje tem um pouco das duas…e eu consigo relacionar toda esta história com tantas outras na minha vida que, reunidas, formam aquilo a que eu chamo: a minha expressão. E esta minha expressão, ao longo dos anos, tornou-se tão independente da minha vontade que até faz escolhas por mim ao mesmo tempo que me faz acreditar que sou eu que as faço. Um pouco como aquela piada no filme “O meu Casamento Grego” em que a mãe perante a filha chorosa por estar entalada numa família de valores tradicionais em que o pai é quem manda e não a deixa viver como quer, que o homem pode ser a cabeça da família, mas a mulher é o pescoço: pode virar a cabeça na direcção que deseja. E, neste cenário, eu sou o homem, mas a minha expressão é o pescoço. Assim, apesar de ver como continuo a repetir as mesmas situações, cenários, reacções, discursos, formas de pensamento, etc…passa a noite, vem a manhã, gira o disco e toca o mesmo…ou toca? Afinal, depois de olhar em volta e ver o disco na constante repetição em que me tinha tornado, comecei a pensar no que aconteceria se tentasse levantar a agulha e pará-lo de vez…que descobriria então?
E é nessa viagem que me encontro nestes últimos anos: relembrar quem sou e expressar isso mesmo. Largar a minha expressão para passar à expressão de mim. E, nesta expressão de mim, descobri que, afinal, até prefiro a caligrafia “à antiga” e que, afinal, as sensações que tinha em criança em relação ao mundo eram mais verdadeiras e reais que a loucura do mundo adulto que aprendi depois.
É bom expressar o que temos dentro, mesmo quando não temos a certeza da direcção que vamos tomar a seguir! :)
Com Amor,
Sofia
domingo, 9 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
O Fardo da Responsabilidade: Uma Canalização de Maitreya
Autora do blog: Tenho andado à volta da questão das escolhas pelo Medo e das escolhas pelo Amor, o nosso desejo de querer escolher “bem” pelo “bem” e como a concentração neste querer pode, sem querer, tornar-se mais um peso em cima dos nossos ombros. Tenho observado como, nos momentos mais difíceis de indecisão perante uma situação controversa, sermos lembrados das “terríveis consequências” que pode ter “escolher mal”, pode contribuir para desviar a nossa atenção da questão mais importante, do essencial. É que, sem nos apercebermos e na melhor das nossas intenções, estamos a ter uma atitude de Medo se tivermos medo de escolher mal…faz sentido?
Uma coisa é ter consciência do caminho de Luz que escolhemos encetar, sabendo como é importante aprender o que é Amor e escolher por Amor, e outra coisa, muito diferente, é sentir isso como um grilhão à volta do pé em vez de ser a chave que nos liberta. Quando, perante uma situação concreta, reconhecemos claramente o que é Medo, torna-se fácil perceber qual a escolha pelo Amor…depois, se escolhemos mesmo essa, é outra história…mas, e se não soubermos reconhecer o que é Medo? Se, perante um desafio, temos dúvidas acerca do que é “melhor”, ou “certo” ou “da Luz” fazer, como lidar com esse limbo? Como lidar com a pressão de “ter que escolher bem”?
Quando comecei a escrever este artigo, sabia que questão queria colocar aqui, mas que Ser de Luz viria para respondê-la, não. Seria um Arcanjo, um Mestre Ascenso ou outro? Maitreya “chegou-se à frente”.
Passo então a palavra:
" Primeiro que tudo, quero saudar-te pela decisão que tomaste de tirar o véu dos teus olhos, de parar de caminhar automaticamente nesta Terra e, como um bebé recém-nascido, abrir os olhos pela primeira vez e entregar-se à luz do Sol. É o primeiro grande passo nesta vida, que é uma dádiva divina, quereres expandires quem És. O teu coração enche-se de calor quando pensas em entregar-te à Luz, sentes que, finalmente, é o caminho de volta a casa, depois de tantas estradas sem saída, mas aquilo para que realmente não estavas preparado era para a intensidade do Sol. Abres os olhos, sentes o calor da antecipação de uma escolha acertada e, levas com o clarão da Luz, os olhos queimam, fazes uma careta e só tens vontade de os fechar outra vez! Quero dizer-te para relaxares, porque é “normal”. O corpo não está habituado, a tua biologia é densa, a tridimensionalidade pode tornar-se esmagadora às vezes, e a impaciência dessa lentidão pode apoderar-se de ti. Quero dizer-te para relaxares, porque é “normal”.
Estamos contigo em todos os passos do caminho. Na verdade, estávamos contigo mesmo antes de teres essa consciência, porque o nosso Amor é Incondicional. Está Aqui desde o teu início e estará Sempre. Os humanos gostam de imagens que representem o que se está a tentar transmitir e, assim, aqui vai (humor cósmico): Tomaste a decisão “de crescido” de aprender o que é o Amor em consciência, o que é a Luz e como podes contribuir para o Bem Supremo de Todos…Pode parecer-te que é uma decisão muito madura da tua parte, e é, mas para nós, para os teus guias e para mim, ainda agora saíste da barriga da mãe: és um bebé recém-nascido. Tentas falar a linguagem da Luz, mas ainda balbucias, mexes os braços e as pernas para te sentires, mas ainda não gatinhas, olhas em volta muito espantado para todo um mundo novo que se abre à tua volta…e quando tens frio, fome ou quando sentes que estás sozinho: choras ou, quando és contrariado, berras a alto e bom som. Quero dizer-te para relaxares, porque é “normal”. É natural. Tal como não vais exigir a um bebé humano que tenha uma conversa articulada contigo, que saiba como funciona o mundo dos negócios e das finanças ou que saiba dançar como um profissional, também tens que aceitar que estás em aprendizagem…constante. Sabemos como tens vontade de te levantar e andar, mas vais cair muitas vezes, vais hesitar até aprender. Saudamos a tua vontade, a tua persistência e a tua capacidade de aprender, tal como os pais incentivam o seu filho em todos os novos passos da sua vida. E, tal como os teus pais ou ainda, se já o fores, como fazes com os teus filhos, podes incentivá-los, ajudá-los em tudo, mas não podes caminhar por eles, não podes agir por eles e não podes aprender por eles. Nós somos os teus pais, mas na verdade, tu és o teu próprio Pai...Somos Todos Um, lembras-te? Mas para o humano que és, neste momento, para a tridimensionalidade em que te encontras, tu és, simultaneamente, o teu Bebé e o teu Pai. E, nesta aprendizagem do Amor, tens momentos em que sentes apenas o Bebé e sentes que não tens acesso ao Pai. Não tens acesso à resposta por que tanto anseias. A aprendizagem está em aceder a essa Sabedoria, em aprender a viver o Amor aqui, nesta Terra, a dar os passos em direcção ao Pai…é essa a missão do bebé e é essa a tua também.
Um dia, também tu vais crescer, também tu vais saber como Ser como És e expandir essa Luz. Estaremos contigo nessa altura tal como estamos contigo agora, porque o Pai que tanto anseias Ser é tão importante como o Bebé que És agora. A pressa e a pressão não te incentivam, elas prendem-te, liberta-te desse peso. Não há más escolhas, essas, como estás a pensar, são só escolhas sem consciência. Se tu, em consciência, estás a aprender a escolher por Amor, então não há más escolhas ou escolhas erradas…é apenas mais um ponto de aprendizagem, mais uma tentativa-erro. Nós não te julgamos…nunca. Porque hás-de fazer tamanha crueldade a ti próprio? Não será mais amoroso olhares-te ao espelho, encolheres os ombros e rires-te? Não há maior libertação que seres capaz de te rires de ti próprio. Nós rimos contigo, porque amamos-te profundamente. Vemos quem És, o teu potencial, e como brilhas quando deixas para trás o peso da responsabilidade e te ris! A responsabilidade é leve no Amor, é como uma brisa suave de Verão que te arrefece quando estás com demasiado calor, não a tornes no fardo que carregas às costas. Estamos aqui para te ajudar a livrares-te de todo o peso do Medo, de todas as dúvidas e sensações de vítima sem Poder, para te despir de tudo o que não é essencial, se assim o permitires:
Respira fundo, envia a mensagem ao teu corpo para relaxar e abrir-se à profunda Cura e Limpeza que te enviamos agora. Não importa quando estás a ler estas palavras, pode ser no dia a seguir a terem sido escritas ou a anos de distância, o tempo não existe. A Cura aqui é sempre permanente e está disponível para ti agora, se assim o pedires, e durará o tempo que for necessário. Basta que o queiras e te abras à energia do Amor.
Eu Sou Maitreya e venho ter contigo sempre que me chamares e estou sempre disponível para libertar-te de todas as tuas preocupações, dúvidas e pensamentos…basta que mos entregues com essa intenção. Não importa se forem grandes, pequenos ou minúsculos, o teu tempo de antena é Infinito para mim (humor cósmico).
O Riso é Amor, a Despreocupação é o meio através do qual acedes ao Pai. Saúdo-te pela tua persistência e sugiro: ri-te de cada vez que caíres de rabo no chão. É a melhor atitude de despreocupação perante o Medo de voltar a cair. "
****
Nota da autora do blog: Maitreya é designado, por muitas fontes, como o Cristo Cósmico e noutras como o Buda Sorridente, e é uma energia que eu sinto sempre como muito familiar. Gosto da forma como me faz sentir. É muito cómico e reconfortante. Muito mais do aquilo que eu consigo transformar em palavras. Tem sempre uma imagem humorística ou uma piada, mesmo quando transmite um conceito “sério”.
A despreocupação é uma das aprendizagens mais difíceis de fazer aqui, nesta Terra, eu própria passo por isso todos os dias, e a energia de Maitreya tem sido crucial para essa aprendizagem, principalmente naqueles momentos em que tudo parece caótico e, como um animal cego, agarramo-nos a tudo o que temos com imenso medo de largar algo que depois nos pode fazer falta… e, é nesses momentos, que acabamos por nos agarrar àquilo que, precisamente, nos atrasa e prende. Reinforço aqui a importância de invocar Maitreya com a intenção de levar as preocupações, dúvidas e medos, porque não são essas energias que nos vão orientar nas decisões, mesmo que a nossa cabeça nos diga que elas são precisas para nos mantermos cautelosos e em perspectiva. O Amor é a única orientação que precisamos, libertemo-nos das muletas, pois não estamos doentes no nosso coração e é na nossa essência que se encontram as respostas.
Com Amor,
Sofia
Uma coisa é ter consciência do caminho de Luz que escolhemos encetar, sabendo como é importante aprender o que é Amor e escolher por Amor, e outra coisa, muito diferente, é sentir isso como um grilhão à volta do pé em vez de ser a chave que nos liberta. Quando, perante uma situação concreta, reconhecemos claramente o que é Medo, torna-se fácil perceber qual a escolha pelo Amor…depois, se escolhemos mesmo essa, é outra história…mas, e se não soubermos reconhecer o que é Medo? Se, perante um desafio, temos dúvidas acerca do que é “melhor”, ou “certo” ou “da Luz” fazer, como lidar com esse limbo? Como lidar com a pressão de “ter que escolher bem”?
Quando comecei a escrever este artigo, sabia que questão queria colocar aqui, mas que Ser de Luz viria para respondê-la, não. Seria um Arcanjo, um Mestre Ascenso ou outro? Maitreya “chegou-se à frente”.
Passo então a palavra:
" Primeiro que tudo, quero saudar-te pela decisão que tomaste de tirar o véu dos teus olhos, de parar de caminhar automaticamente nesta Terra e, como um bebé recém-nascido, abrir os olhos pela primeira vez e entregar-se à luz do Sol. É o primeiro grande passo nesta vida, que é uma dádiva divina, quereres expandires quem És. O teu coração enche-se de calor quando pensas em entregar-te à Luz, sentes que, finalmente, é o caminho de volta a casa, depois de tantas estradas sem saída, mas aquilo para que realmente não estavas preparado era para a intensidade do Sol. Abres os olhos, sentes o calor da antecipação de uma escolha acertada e, levas com o clarão da Luz, os olhos queimam, fazes uma careta e só tens vontade de os fechar outra vez! Quero dizer-te para relaxares, porque é “normal”. O corpo não está habituado, a tua biologia é densa, a tridimensionalidade pode tornar-se esmagadora às vezes, e a impaciência dessa lentidão pode apoderar-se de ti. Quero dizer-te para relaxares, porque é “normal”.
Estamos contigo em todos os passos do caminho. Na verdade, estávamos contigo mesmo antes de teres essa consciência, porque o nosso Amor é Incondicional. Está Aqui desde o teu início e estará Sempre. Os humanos gostam de imagens que representem o que se está a tentar transmitir e, assim, aqui vai (humor cósmico): Tomaste a decisão “de crescido” de aprender o que é o Amor em consciência, o que é a Luz e como podes contribuir para o Bem Supremo de Todos…Pode parecer-te que é uma decisão muito madura da tua parte, e é, mas para nós, para os teus guias e para mim, ainda agora saíste da barriga da mãe: és um bebé recém-nascido. Tentas falar a linguagem da Luz, mas ainda balbucias, mexes os braços e as pernas para te sentires, mas ainda não gatinhas, olhas em volta muito espantado para todo um mundo novo que se abre à tua volta…e quando tens frio, fome ou quando sentes que estás sozinho: choras ou, quando és contrariado, berras a alto e bom som. Quero dizer-te para relaxares, porque é “normal”. É natural. Tal como não vais exigir a um bebé humano que tenha uma conversa articulada contigo, que saiba como funciona o mundo dos negócios e das finanças ou que saiba dançar como um profissional, também tens que aceitar que estás em aprendizagem…constante. Sabemos como tens vontade de te levantar e andar, mas vais cair muitas vezes, vais hesitar até aprender. Saudamos a tua vontade, a tua persistência e a tua capacidade de aprender, tal como os pais incentivam o seu filho em todos os novos passos da sua vida. E, tal como os teus pais ou ainda, se já o fores, como fazes com os teus filhos, podes incentivá-los, ajudá-los em tudo, mas não podes caminhar por eles, não podes agir por eles e não podes aprender por eles. Nós somos os teus pais, mas na verdade, tu és o teu próprio Pai...Somos Todos Um, lembras-te? Mas para o humano que és, neste momento, para a tridimensionalidade em que te encontras, tu és, simultaneamente, o teu Bebé e o teu Pai. E, nesta aprendizagem do Amor, tens momentos em que sentes apenas o Bebé e sentes que não tens acesso ao Pai. Não tens acesso à resposta por que tanto anseias. A aprendizagem está em aceder a essa Sabedoria, em aprender a viver o Amor aqui, nesta Terra, a dar os passos em direcção ao Pai…é essa a missão do bebé e é essa a tua também.
Um dia, também tu vais crescer, também tu vais saber como Ser como És e expandir essa Luz. Estaremos contigo nessa altura tal como estamos contigo agora, porque o Pai que tanto anseias Ser é tão importante como o Bebé que És agora. A pressa e a pressão não te incentivam, elas prendem-te, liberta-te desse peso. Não há más escolhas, essas, como estás a pensar, são só escolhas sem consciência. Se tu, em consciência, estás a aprender a escolher por Amor, então não há más escolhas ou escolhas erradas…é apenas mais um ponto de aprendizagem, mais uma tentativa-erro. Nós não te julgamos…nunca. Porque hás-de fazer tamanha crueldade a ti próprio? Não será mais amoroso olhares-te ao espelho, encolheres os ombros e rires-te? Não há maior libertação que seres capaz de te rires de ti próprio. Nós rimos contigo, porque amamos-te profundamente. Vemos quem És, o teu potencial, e como brilhas quando deixas para trás o peso da responsabilidade e te ris! A responsabilidade é leve no Amor, é como uma brisa suave de Verão que te arrefece quando estás com demasiado calor, não a tornes no fardo que carregas às costas. Estamos aqui para te ajudar a livrares-te de todo o peso do Medo, de todas as dúvidas e sensações de vítima sem Poder, para te despir de tudo o que não é essencial, se assim o permitires:
Respira fundo, envia a mensagem ao teu corpo para relaxar e abrir-se à profunda Cura e Limpeza que te enviamos agora. Não importa quando estás a ler estas palavras, pode ser no dia a seguir a terem sido escritas ou a anos de distância, o tempo não existe. A Cura aqui é sempre permanente e está disponível para ti agora, se assim o pedires, e durará o tempo que for necessário. Basta que o queiras e te abras à energia do Amor.
Eu Sou Maitreya e venho ter contigo sempre que me chamares e estou sempre disponível para libertar-te de todas as tuas preocupações, dúvidas e pensamentos…basta que mos entregues com essa intenção. Não importa se forem grandes, pequenos ou minúsculos, o teu tempo de antena é Infinito para mim (humor cósmico).
O Riso é Amor, a Despreocupação é o meio através do qual acedes ao Pai. Saúdo-te pela tua persistência e sugiro: ri-te de cada vez que caíres de rabo no chão. É a melhor atitude de despreocupação perante o Medo de voltar a cair. "
****
Nota da autora do blog: Maitreya é designado, por muitas fontes, como o Cristo Cósmico e noutras como o Buda Sorridente, e é uma energia que eu sinto sempre como muito familiar. Gosto da forma como me faz sentir. É muito cómico e reconfortante. Muito mais do aquilo que eu consigo transformar em palavras. Tem sempre uma imagem humorística ou uma piada, mesmo quando transmite um conceito “sério”.
A despreocupação é uma das aprendizagens mais difíceis de fazer aqui, nesta Terra, eu própria passo por isso todos os dias, e a energia de Maitreya tem sido crucial para essa aprendizagem, principalmente naqueles momentos em que tudo parece caótico e, como um animal cego, agarramo-nos a tudo o que temos com imenso medo de largar algo que depois nos pode fazer falta… e, é nesses momentos, que acabamos por nos agarrar àquilo que, precisamente, nos atrasa e prende. Reinforço aqui a importância de invocar Maitreya com a intenção de levar as preocupações, dúvidas e medos, porque não são essas energias que nos vão orientar nas decisões, mesmo que a nossa cabeça nos diga que elas são precisas para nos mantermos cautelosos e em perspectiva. O Amor é a única orientação que precisamos, libertemo-nos das muletas, pois não estamos doentes no nosso coração e é na nossa essência que se encontram as respostas.
Com Amor,
Sofia
Conversas Com a Ana - O Conceito
Olá e sejam bem-vindos à série Conversas com a Ana.
O meu nome é Sofia, sou a autora deste blog e a ideia destas conversas surgiu da necessidade que eu sinto de haver esclarecimento de alguns assuntos e aprofundamento de outros. Todos eles no âmbito da vida aqui nesta terra e o que a Espiritualidade, de facto, significa, a sua influência em nós, nas nossas decisões e no nosso crescimento e consciência. A Ana é minha mãe e eu trabalhei com ela quando abriu um centro de terapias alternativas, em Lisboa, onde começou por ministrar cursos e sessões de Reiki.
Por 3 anos, o seu trabalho evoluiu até ao ponto em que decide entrar em recolhimento espiritual. Fecha as portas do centro que havia criado, muda de casa e decide entregar-se completamente aos ensinamentos que havia recebido por parte dos Seres de Luz, com quem trabalhava (e trabalha), arriscando a sua segurança financeira, amizades, bens e outros em nome deste caminho. Nem todos temos de tomar esta decisão, se passar por esta experiência não estiver no nosso caminho. No entanto, para nós, foi suposto depararmo-nos com esta escolha e quando ela se nos pôs, compreendemos que recusar seria afirmar que tudo o que fora feito e transmitido até aqui, havia sido condicional…e o nosso compromisso fora com o Amor Incondicional.
E é nesta busca que nos encontramos, muitas aprendizagens duras e muitas dúvidas, numa conversa diária com o nosso Ego, num constante relembrar o que é, de facto, importante nesta vida e Walk Your Talk que, traduzindo, é Vive o que Ensinas.
Esta experiência presente e passada, são o tema principal destas Conversas que irão ter sub-temas para ser mais fácil para todos: para ti que ouves e para mim que vou editar, ahah ;)
Têm 2 formatos: áudio que irá “para o ar” mais cedo e, depois, a transcrição que será publicada dias depois.
Obrigada a todos os que se cruzaram no nosso caminho e a todos os que ainda irão cruzar-se, fazemos todos parte da mesma esfera, da mesma aprendizagem e através da partilha, amplificamo-nos e evoluímos em conjunto.
Muito gratas por termos esta oportunidade de partilharmos convosco!
Ana e Sofia
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